Bárbara Salimena

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Resenha - A culpa é das estrelas

09/06/2014

Nunca fui muito fã de leitura, apesar de fazer faculdade de direito. São poucos os livros que realmente me prendem. Fui na Saraiva um dia, quando me deparei com o seguinte título: “A culpa é das estrelas”. Como sou apaixonada por estrelas, resolvi ler o verso e ver do que se tratava. Sem sucesso. O breve trecho retirado do livro, não esclarecia muito sobre a história. Chegando em casa, assisti e li algumas resenhas e me encantei! Voltei e comprei o livro. Em dois dias o li. E agora, foi lançado o filme, no dia 05 de junho de 2014, e eu estava lá.

 

Apenas 2 dicas:

 

1- Vá com suas amigas se tem vergonha de chorar na frente de seu namorado.

2- Leve um lenço, uma toalha, ou algo do tipo para enxugar as lágrimas.

 

Gente, nunca chorei tanto assistindo um filme como chorei nesse, JURO. Até Shailene chorou na première nos EUA. Houve um surto coletivo de choro na sala de exibição. Não tinha uma pessoa, pelo menos que eu tenha visto, que não chorou. É INCRÍVEL o modo que John Green (autor), foi fiel ao livro. Foi tudo exatamente do jeito que eu imaginei. Dos personagens às paisagens, TUDO.

 

John foi impecável em suas escolhas. Atores: Gus e Hazel, representados por Ansel Elgort e Shailene Woodley respectivamente, que demonstraram uma química maravilhosa, foram excepcionais em seus papéis. Augustus Waters, com seu belo sorriso (que até hoje não tirei da cabeça, de tão fofo que é) e olhos castanhos amendoados, fez qualquer garota se derreter e apaixonar mais ainda por ele. Hazel Grace, que além de ter um olhar triste, é delicada, mas cheia de vida e amor.  Isaac também foi incrível, e não há como não lembrar dele. Trilha sonora: conta com Ed Sheeran, Birdy, Kodaline, Grouplove, M83, entre outros, deu um toque mais especial ainda. Cenário: o que era aquele restaurante em Amsterdã? MEU DEUS! Aumentou mais ainda minha vontade de ir para lá. Além de outros lugares legais que aparecem. Eu não estava mais sentada na sala de cinema: estava lá, naquele posto de gasolina, naquele quarto de hospital, naquela sala ou parque, presenciando as vidas passarem. Figurino: era bem simples, mas adequado para a ocasião, a propósito, apaixonei com o sobretudo de Hazel na noite que o casal foi ao Orangee.

 

Não há palavras que expliquem a dor que a história me deixou e, ao mesmo tempo, a felicidade de ter conhecido algo tão simples e bonito como o amor de Hazel e Gus – mesmo que fictício. Tendo lido o livro ou não, assistam! Vocês irão se encantar com o amor dos dois, assim como eu.

 

Okay?

 

 

POSTADO POR: Gabriele Zaquine

Imagem: cartaz de divulgação do filme.

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Bárbara Salimena, 28 anos.

É formada nos cursos Artes e Design e Moda da UFJF. Vegetariana, é apaixonada por animais em geral, mas seus maiores amores são a cadelinha Isis e os gatinhos Mia, Vicky, Nick e Lucy. Adora moda, lanches, maquiagem, música, filmes e ler um bom livro.